Realengo e a Escola Militar: um estudo sobre memória e patrimônio urbano

Autores

  • Claudius Gomes de Aragão Viana PPHPBC/Cpdoc/FGV

DOI:

https://doi.org/10.12660/rm.v1n2.2009.62784

Resumo

Descreve-se o desenvolvimento de Realengo, subúrbio do Rio de Janeiro, e suas referências à Escola Militar, que lá funcionou entre 1913 e 1944. O patrimônio material da escola e os relatos de antigos integrantes e de moradores do bairro sustentam a análise da constituição dos espaços militares na região, tomados como pontos de articulação de questões relacionadas à patrimônio e memória. Observa-se que os espaços estudados ilustram o conceito de lugares de memória, considerando o ambiente como suporte da memória coletiva.

Biografia do Autor

Claudius Gomes de Aragão Viana, PPHPBC/Cpdoc/FGV

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (Fundação Getúlio Vargas, 2010). Pós-graduado em Teoria e Clínica Psicanalítica (Universidade Gama Filho, 2005). Graduado em Psicologia (Universidade Estácio de Sá, 2004).

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Publicado

18.10.2009

Edição

Seção

Artigo Livre