Organizações públicas e espaços às margens do Estado: contribuições para investigações sobre poder e território em favelas

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Vanessa Brulon
Alketa Peci

Resumo

As organizações públicas não assumem o protagonismo de sua influência na reconfiguração territorial e não conseguem impor sua ordem em determinados territórios, que acabam por se constituir como espaços às margens do Estado. Um exemplo são as favelas do Rio de Janeiro. Entretanto, as organizações públicas parecem estar voltando a atentar para sua capacidade de ação no reordenamento territorial. Para analisar de que forma essas organizações interferem na reconfiguração de espaços em favelas, é preciso investigar relações de poder, tendo em vista que os territórios são definidos por e a partir de relações de poder. Assim, este ensaio tem por objetivo propor questões norteadoras que possibilitem investigar de que forma a ação de organizações públicas em espaços às margens do Estado interfere nas relações de poder que lá se dão e, como consequência, na reconfiguração de territórios nesses espaços.

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Como Citar
Brulon, V., & Peci, A. (2013). Organizações públicas e espaços às margens do Estado: contribuições para investigações sobre poder e território em favelas. Revista De Administração Pública, 47(6), 1497 a 1518. Recuperado de https://periodicos.fgv.br/rap/article/view/13984
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