Evidenciação voluntária de ativos intangíveis: um estudo empírico em instituições financeiras brasileiras

Autores

  • Ricardo Jordão
  • Romualdo Colauto

Resumo

A pesquisa descrita neste artigo teve como objetivo analisar o nível de evidenciação voluntária de informações sobre o reconhecimento e a mensuração de ativos intangíveis (AI) em instituições financeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). A investigação centrou-se na Lei 11.638/2007, que trouxe às companhias listadas a necessidade de divulgação de informações quantitativas e qualitativas sobre esses ativos. Essa pesquisa do tipo explanatória e descritiva baseou-se numa abordagem qualitativa e quantitativa. Os resultados mostraram que, mesmo com a nova legislação, muitas empresas ainda estão evidenciando poucas informações sobre os intangíveis em decorrência: da característica de inseparabilidade dos AI; das dificuldades de medição do fluxo de caixa potencial de intangíveis; e por causa de dificuldades técnicas ou por razões estratégicas, como já apontado em estudos anteriores. Tais resultados em conjunto são divergentes do observado na realidade espanhola - onde foi provado ser uma prática viável a divulgação voluntária de informações sobre os AI.

 

Palavras-chave : Ativos Intangíveis; Evidenciação Voluntária; Instituições Financeiras Brasileiras; Harmonização Contábil Internacional; Governança Corporativa.

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Publicado

2013-04-28

Como Citar

JORDÃO, R.; COLAUTO, R. Evidenciação voluntária de ativos intangíveis: um estudo empírico em instituições financeiras brasileiras. Revista Portuguesa e Brasileira de Gestão, Rio de Janeiro, RJ, v. 12, n. 2, p. 30–43, 2013. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/rbpg/article/view/21296. Acesso em: 12 jul. 2024.

Edição

Seção

Estudos