Falta senso de urgência e emergência

Autores

  • Marcus André Melo
  • Solange Monteiro

Resumo

Logo após o estouro do Mensalão (2005), o senhor analisava que eleitores com mais informação e menos dependência de bens privados são mais propensos a mudar seu voto por causa da corrupção, enquanto uma grande parcela menos capaz de discernir o corrupto do não corrupto e mais dependente aceita votar nos corruptos que lhe forneçam algum benefício, fortalecendo o refrão do “rouba mas faz”. A atual dimensão das investigações de corrupção – que mais recentemente envolveu a cassação de Eduardo Cunha e o encaminhamento de Lula ao banco dos réus – altera esse quadro?

Biografia do Autor

Solange Monteiro

Entrevistador

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Publicado

2016-10-17

Edição

Seção

Entrevista