A tensão como regra: regulações em torno da profissão de jogador de futebol

Autores

  • Radamés Rogério Universidade Estadual do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.12660/rm.v9n14.2018.74025

Palavras-chave:

Futebol, Jogador de futebol, Processo civilizador.

Resumo

O presente artigo consiste num recorte da tese de doutorado de minha autoria defendida em 2014 junto ao departamento de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Ceará intitulada “No “segundo tempo da vida”: o jogador de futebol e a passagem para a pós-carreira” (2014). A questão a qual gostaríamos de nos deter nesse momento é a seguinte: o futebol é uma atividade que participa do processo civilizador de nossa sociedade ao propiciar excitação prazerosa e controlada ao público em geral, à massa, mas para cumprir esse papel, os participantes principais da atividade, os jogadores, devem ser submetidos a uma rigorosa disciplina e devem ter atitude exemplar no contexto dessa ordem disciplinar. Quais as consequências para os jogadores? Como este campo profissional é afetado por esta ambiguidade do processo civilizador? Para refletir sobre as questões propostas, iremos dialogar com a teoria do processo civilizador em Norbert Elias (1993 e 1995b) e da produção do “corpo dócil” em Michel Foucault (1979 e 1987).

Biografia do Autor

Radamés Rogério, Universidade Estadual do Piauí

Professor adjunto I da Universidade Estadual do Piauí - UESPI. Doutor (2014) e Mestre (2009) em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará - UFC, Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Ceará - UECE (2005). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da educação, do ensino médio, das sociedade contemporâneos, do esporte e Antropologia dos processos de fluxos no espaço-tempo. Coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino de Sociologia (LEPES) - UESPI, pesquisador do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Instituições, Cultura e Sociabilidades (NICS) - UESPI.

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Publicado

09.07.2018