PRINCIPAIS INDICADORES DE DESEMPENHO LOGÍSTICO DAS TRANSPORTADORAS NA QUALIDADE DA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS NO BRASIL

Autores

  • Marcello Miquilim GrupoSC

DOI:

https://doi.org/10.12660/rbt.v3n1.2023.86213

Palavras-chave:

Cadeia de Abastecimento. Transportes. Distribuição. Logística. Desempenho logístico. Qualidade na distribuição; Medicamentos.

Resumo

O mercado de distribuição de medicamentos cresce a cada ano no Brasil, e a logística torna-se cada vez mais a estratégia da empresa não apenas em custos, mas em serviços e qualidade. O objetivo deste estudo é verificar quais são os principais indicadores de desempenho logístico das transportadoras na qualidade da distribuição de medicamentos no Brasil. Na cadeia de abastecimento de medicamentos, os distribuidores contratam transportadoras para que realizem as entregas para as farmácias, e mais da metade dos medicamentos que chegam às farmácias são nessas vias. Neste estudo, foi utilizado o método qualitativo, onde foram entrevistados 36 colaboradores de 9 empresas transportadoras e 9 farmácias recebedoras de medicamentos, vinculados aos maiores distribuidores de medicamentos no Brasil com representatividade de mais de 50% do mercado de distribuição de medicamentos no país. Na revisão de literatura, ficou confirmado que os indicadores de desempenho logístico com mais representatividade na qualidade da distribuição de medicamentos foram os prazos de entregas e a acuracidade dos pedidos, seguidos pelas regularizações da Anvisa para o transporte de medicamentos. Esses indicadores também foram os mais representativos no resultado das entrevistas, tanto da parte das transportadoras como por parte das farmácias.

 

Palavras-chave: Cadeia de Abastecimento. Transportes. Distribuição. Logística. Desempenho logístico. Qualidade na distribuição; Medicamentos.

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Publicado

2023-07-11

Como Citar

Miquilim, M. (2023). PRINCIPAIS INDICADORES DE DESEMPENHO LOGÍSTICO DAS TRANSPORTADORAS NA QUALIDADE DA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS NO BRASIL. Revista Brasileira De Transportes, 3(1), 20–61. https://doi.org/10.12660/rbt.v3n1.2023.86213