"A estrada que mata"

os projetos da ditadura empresarial-militar e os povos indígenas

Autores

  • Adriana Santos Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Roraima – Boa Vista (RR), Brasil.

Palavras-chave:

povos indígenas; ditadura; terras tradicionais; empresa; rodovias; mineração

Resumo

Na pesquisa, focamos a compreensão do processo de ocupação produtiva da Amazônia e o impacto nas formas de existência dos povos indígenas no período da ditadura (1964-1985). Analisamos inúmeros documentos extraídos do acervo do Serviço Nacional de Informação (SNI), processos e relatórios do Ministério Público Federal (MPF) e das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI). A partir da análise da imanência das fontes, os nexos constitutivos revelaram a empresa Paranapanema em sua compleição – capital, sócios, áreas de atuação econômicas, produção mineral –, bem como os mecanismos de apropriação territorial engendrados por meio das relações estabelecidas entre o setor empresarial e os militares no poder.

Biografia do Autor

Adriana Santos, Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Roraima – Boa Vista (RR), Brasil.

Doutora em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pesquisadora e professora de Ensino de História da Amazônia, Ditadura, mineração/garimpagem, crimes de lesa-humanidade, justiça de transição, reparação coletiva e povos originários.

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Publicado

2024-07-01 — Atualizado em 2024-07-04

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