Bipolaridade simbólica no Museu Histórico Abílio Barreto

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Luiz Alex Silva Saraivaa
Ana Maria Alves Machado

Resumo

Este artigo discute as implicações da coexistência de duas matrizes simbólicas no Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), localizado em Belo Horizonte. No MHAB existem duas matrizes simbólicas concorrentes desde a sua fundação, com inúmeras implicações diretas, como a duplicação dos artefatos históricos, dos espaços físicos e das mensagens dirigidas à população. A pesquisa foi feita por meio de investigação documental em diversos arquivos da cidade de Belo Horizonte, em jornais do acervo da hemeroteca local, em livros, álbuns, folders e em panfletos editados pela Associação dos Amigos do MHAB e, também, no acervo pessoal da sobrinha de Abílio Barreto. A análise dos dados se baseou na análise do discurso da permanência ou não da proposta original de Abílio Barreto para o MHAB. A conclusão foi de que as matrizes simbólicas de uma organização trazem os signos e símbolos que lhes são peculiares para o cotidiano organizacional. Um alerta aos gestores é quanto ao fato de que lidar com um ambiente que é inteligível não significa que ele seja homogêneo. Quando a homogeneidade se apresenta, é mais provável que, de alguma forma, os significados associados pelos indivíduos que compõem aquele contexto tenham achado outros caminhos para se manifestar, não se resumindo a administração, portanto, a técnicas gerenciais.

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Como Citar
Saraivaa, L. A. S., & Machado, A. M. A. (2007). Bipolaridade simbólica no Museu Histórico Abílio Barreto. Cadernos EBAPE.BR, 5(2), 1 a 14. Recuperado de https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/5017
Seção
Artigos