Fundamentalismo da gestão encontra a descolonialidade: repensando estrategicamente organizações familiares

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Alexandre Faria
Sergio Wanderley

Resumo

Por não terem sido convertidas pela globalização neoliberal em organizações de mercado governadas pelos fundamentos da visible hand, em desacordo com o fundamentalismo da gestão, organizações familiares continuam tendo papel estratégico no (e para o) resto do mundo. Engajamo-nos na opção descolonial para analisar neste artigo a trajetória de marginalização de organizações familiares no campo da gestão e, em especial, em gestão estratégica. Ao enfocar o âmbito da gestão estratégica da geopolítica do conhecimento em gestão, o artigo mostra que as seguidas crises da globalização neoliberal ocidental, liderada pelos EUA, e a correspondente ascensão do resto do mundo criaram condições tanto para a descolonização do campo da gestão quanto para o fortalecimento do fundamentalismo da gestão. Propomos, então, a descolonização da gestão e a desmarginalização das organizações familiares por meio da construção de uma área de estudo em estratégia no (a partir do) Brasil que problematize a gestão estratégica da geopolítica do conhecimento em gestão.

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Como Citar
Faria, A., & Wanderley, S. (2013). Fundamentalismo da gestão encontra a descolonialidade: repensando estrategicamente organizações familiares. Cadernos EBAPE.BR, 11(4), 569 a 587. Recuperado de https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/8560
Seção
Artigos

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