Process integration model and artifacts consistency assessment in management systems

Main Article Content

Pedro Carlos Resende Junior
https://orcid.org/0000-0002-4220-8243
Luiz Fernando Costa Pereira da Silva
Ronaldo Soares Santana
Ricardo Ken Fujihara
https://orcid.org/0000-0001-7942-0144
William Souza Viana
https://orcid.org/0009-0005-9998-2618

Abstract

This research aimed to develop a management model to increase the capacity of integrating processes in the human resources area in a large Brazilian service organization. The research used a qualitative and quantitative approach to analyze data from the organization’s value chain and to evaluate the consistency of integrations and artifacts mapped in light of stakeholder requirements under the theory of constraints. Among the main results, two scales were developed to measure organizational consistency: a) validation of the level of updating of artifacts; and, b) diagnosis of technological adherence. With the model, all 16 organizational subsystems of the context, 142 artifacts and 666 integrations were mapped. The applied model resulted in significant global gains in the processes’ integration of the researched value chain. 

Downloads

Download data is not yet available.

Metrics

Metrics Loading ...

Article Details

How to Cite
RESENDE JUNIOR, P. C.; PEREIRA DA SILVA, L. F. C.; SANTANA, R. S.; FUJIHARA, R. K.; VIANA, W. S. Process integration model and artifacts consistency assessment in management systems. RAE - Revista de Administracao de Empresas , [S. l.], v. 64, n. 4, p. e2023–0012, 2024. DOI: 10.1590/S0034-759020240406. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/91286. Acesso em: 19 jun. 2024.
Section
Articles

References

Abreu, P. H. C. (2018). Perspectivas para a gestão do conhecimento no contexto da Indústria 4.0. South American Development Society Journal, 4(10), 126-145. http://dx.doi.org/10.24325/issn.2446-5763.v4i10p126-145

Alegre, J., & Chiva. R. (2008). Assessing the impact of organizational learning capabilityon product innovation performance: An empirical test. Technovation, 28(6), 315-326. https://doi.org/10.1016/j.technovation.2007.09.003

Araújo, V., & Scafuto, I. C. (2019). Integração de sistemas de gerenciamento ERP para contribuição na gestão do conhecimento empresarial. Revista Gestão & Tecnologia, 19(5), 167-188. https://doi.org/10.20397/2177-6652/2019.v19i5.1761

Ballou, R. H. (2006). Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Logística empresarial (5th ed.). Bookman.

Bueno, R. V., Maculan, B. C., & Aganette , E. C. (2020). Mapeamento de processos e gestão por processos: Revisão sistemática de literatura. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, 9(2), 1-12. https://periodicos.ufmg.br/index.php/moci/article/view/19176.

Carbone, P. P., Brandão, H. P., Leite, J. B. D., & Vilhena, R. M. P. (2009). Gestão por competências e gestão do conhecimento (3rd ed., Série Gestão de Pessoas). FGV.

Castro, R. N. A. D., Costa, E. M. M. B., Silveira, E. W. D., & Marcório, A. A. (2018). Integração de processos avaliativos em uma instituição de ensino superior brasileira. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, 23, 58-74. https://doi.org/10.1590/S1414-40772018000100005

Cohen, W. M., & Levinthal, D. A. (1990). Absorptive capacity: A new perspective on learning and innovation. Administrative Science Quarterly, 35(1), 128-152. https://doi.org/10.2307/2393553

Cox, J. F., III, & Schleier, J. G. (2013). Handbook da teoria das restrições. Bookman Editora. Creswell, J. W., & Plano-Clark, V. L. (2007). Designing and conducting mixed methods research. SAGE Publications.

Diogo, R. A., Kolbe, A., Jr., & Santos, N. (2019). A transformação digital e a gestão do conhecimento: Contribuições para a melhoria dos processos produtivos e organizacionais. P2p E Inovação, 5(2), 154-175. https://doi.org/10.21721/p2p.2019v5n2.p154-175

Esteves, L. P., & Meiriño, M. J. (2015, August 13-14). A educação corporativa e a gestão do conhecimento [Paper presentarion]. Congresso Nacional de Excelência em Gestão, 11, Rio de Janeiro, RJ.

Fundação Nacional da Qualidade. (2015). Transformando o sistema de indicadores: Avaliação do desempenho global sob a ótica do MEG. São Paulo, SP.

Fundação Nacional da Qualidade. (2016). Modelo de Excelência da Gestão (MEG): Guia de referência da gestão para excelência (21st ed.). São Paulo, SP.

Gallouj, F., & Savona, M. (2009). Innovation in services: A review of the debate and a research agenda. Journal of Evolutionary Economics, 19(2), 149-172. https://doi.org/10.1007/s00191-008-0126-4

Gil, A. C. (2010). Como elaborar projetos de pesquisa (5th ed.). Atlas.

Goldratt, E. M., & Cox, J. F. (2014). A meta (33rd ed.). Nobel.

Hernández-Nieto, R. A. (2002). Contributions to statistical analysis. Universidad de Los Andes.

Ikeziri, L. M., Melo, J. C., Campos, R. T., Okimura, L. I., & Gobbo, J. A., Jr. (2020). A perspectiva da Indústria 4.0 sobre a filosofia de gestão Lean Manufacturing. Brazilian Journal of Development, 6(1), 1274-1289. https://doi.org/10.34117/bjdv6n1-089

Kaplan, R. S., & Norton, D. P. (1997). A estratégia em ação: Balanced scorecard. Editora Campus.

Kaplan, R. S., & Norton, D. P. (2006). Alinhamento: Usando o Balanced Scorecard para criar sinergias corporativas. Elsevier.

Knapik, J., Fernandes, B. H. R., & Sales, S. S. (2020). Modelos de Gestão por Competências: Um estudo longitudinal em uma empresa automobilística. Psicologia Organizações e Trabalho, 20(3), 1122-1131. http://dx.doi.org/10.17652/rpot/2020.3.19713

Lima, C. C. A., & Rowe, D. E. O. (2019). Percepção das políticas de gestão de pessoas e comprometimento organizacional em uma universidade pública. Revista Gestão Organizacional, 12(4), 118-137. https://doi.org/10.22277/rgo.v12i4.4791

Machado, C., Ribeiro, D. M. N. M., Rocha, C. A., Mazzali, L., & Palmisano, A. (2018). Bases de integração entre um operador logístico e seus fornecedores. Gestão & Regionalidade, 34(100), 56-73. https://doi.org/10.13037/gr.vol34n100.3618

Mintzberg, H., Ahlstrand, B., & Lampel, J. (2000). Safári de estratégia: Um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Bookman.

Morgan, G. (2002). Imagens da organização. 2 Ed., 4 Reimp. Atlas.

Porter, M. E. (1985). Competitive advantage: Creating and sustaining competitive performance. The Free Press.

Ramos, K. H. C., Montezano, L., Costa, R. L. da, Jr., & Silva, A. C. A. M. (2019). Dificuldades e benefícios da implantação da gestão de processos em organização pública federal sob a ótica dos servidores. Revista Gestão & Tecnologia, 19(4), 161-186. https://doi.org/10.20397/2177-6652/2019.v19i4.1593

Raposo, C. F. L., & Silva, M. L. (2017). Gestão da qualidade e da produção: Integração de técnicas avançadas e suas aplicabilidades na indústria moderna. Revista Científica do Instituto Idea, 2(6), 187-195. https://doi.org/10.13140/RG.2.2.27459.76321

Resende, P. C., Jr. (2014). Sistemas organizacionais promotores de aprendizado e inovação. Scortecci.

Resende, P. C., Jr., Guimarães, T. A., & Bilhim, J. A. F. (2013). Escala de orientação para inovação em organizações públicas: Estudo exploratório e confirmatório no Brasil e em Portugal. RAI: Revista de Administração e Inovação, 10(1), 257-277. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=97325715012

Resende, P. C., Jr., & Reis, A. L. N. (2016). Incursion of knowledge management in management excellence awards: An analysis in the latin-american context. Brazilian Journal of Operations & Production Management, 13(2), 150-158. https://doi.org/10.14488/BJOPM.2016.v13.n2.a2

Rodrigues, G. S., Pinto, B. C. T., Fonseca, L. C. S., & Miranda, C. C. (2019). O estado da arte das práticas didático-pedagógicas em educação ambiental (período de 2010 a 2017) na Revista Brasileira de Educação Ambiental. Revista Brasileira de Educação Ambiental, 14(1), 9-28. https://doi.org/10.34024/revbea.2019.v14.2611

Romanowski, J. P., & Ens, R. T. (2006). As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Diálogo Educacional, 6(19), 37-50. http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=189116275004

Saunila, M., & Ukko, J. (2012). A conceptual framework for the measurement of innovation capability and its effects. Baltic Journal of Management, 7(4), 355-375. https://doi.org/10.1108/17465261211272139

Scott, W. R. (1998). Organizations: Rational, natural, and open systems. Prentice Hall.

Slack, N., Chambers, S., Johnston, R., & Betts, A. (2008). Gerenciamento de operações e de processos: Princípios e práticas de impacto estratégico. Bookman.

Yin, R. K. (2009). Case study research, design and methods (applied social research methods). SAGE Publications.

Zuboff, S. (1994). Automatizar/Informatizar: As duas faces da tecnologia inteligente. RAE-Revista de Administração de Empresas, 34(6), 80-91. https://doi.org/10.1590/S0034-75901994000600009