Reforma administrativa e resistências externas: um estudo de caso

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Dario de Oliveira Lima Filho
Renato Luiz Sproesser
Gleisi Helena Hoffmann

Resumo

Este artigo apresenta algumas alternativas para a redução das resistências externas durante um processo de mudança organizacional em um governo estadual. O texto privilegia a descrição das resistências externas à organização que, no entender dos autores, são maiores quando se trata de organizações públicas. Para tanto, relata o comportamento de agentes político-partidários, setores sociais e dirigentes sindicais, sendo estes últimos considerados externos à administração pública e, portanto, representantes de uma outra organização. São descritas, de maneira resumida, as principais mudanças introduzidas pela reestruturação e os setores atingidos. O artigo parte do pressuposto, defendido por outros autores, de que nem toda resistência é nociva ao processo de mudança. Há casos em que ela ajuda a aperfeiçoar as ações pretendidas, ao chamar a atenção para aspectos não observados ou negligenciados pelos agentes de mudanças.

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Como Citar
Filho, D. de O. L., Sproesser, R. L., & Hoffmann, G. H. (2005). Reforma administrativa e resistências externas: um estudo de caso. Revista De Administração Pública, 39(1), 123 a 138. Recuperado de https://periodicos.fgv.br/rap/article/view/6563
Seção
Artigos